DOI:https://doi.org/10.3232/RHI.2015.V8.N1.02

São Sebastião e o poder local no Rio de Janeiro, c.1733-1758

Vinicius Miranda Cardoso

Resumen

Este artigo analisa brevemente as ordens dadas pelo rei D. João V de Portugal para conservação da primeira catedral do Rio de Janeiro e de seu orago, São Sebastião, como santo padroeiro da cidade, investigando as motivações e os possíveis usos político-religiosos dos envolvidos, considerando-se a dinâmica das relações entre poderes centrais e locais, seculares e eclesiásticos. Nesse sentido, analisa também o modo como tais ordens régias foram recebidas e cumpridas na localidade nos anos seguintes. Propõe-se a hipótese de que aquela interferência da Coroa só se torna plenamente inteligível quando se tem em vista que respondia a aspirações e representações de teor teológico-político e memorialístico que emanavam da localidade (Rio de Janeiro), atualizando e reforçando uma visão de mundo católica, corporativa e polissinodal.
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